GUJ FACAPE
Grupo de estudo e apoio aos auto-didatas que pretedem se aprofundar na Linguagem Java!!
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Eclipse X NetBeans
As linguagens que usamos hoje estão mais versáteis, principalmente as que são Orientadas à Objeto, permitindo que outras linguagens (normalmente também Orientadas à Objeto) interajam entre si e formem bons aplicativos. Normalmente a linguagem que nos ensinam por primeiro, para aprender como programar em OO, é Java. E, consequentemente, os primeiros compiladores que utilizamos para praticar nossos conhecimentos nessa linguagem são o Eclipse e o Netbeans. Alguns de vocês podem citar o Blue J e o JCreator, mas não vou tratá-los aqui porque os acho muito simplórios.
Vamos então, começar pelo Eclipse. Eu o usei por dois semestres seguidos, nas minhas duas disciplinas de Programação Orientada à Objetos, ou seja, não cheguei a explorar demais as funcionalidades dele e nem mesmo do Netbeans. Mas acho que, quem é experiente na área e usa com bastante frequencia estes dois aplicativos (ou um deles, apenas) não necessita de textos que comparem ambos os programas. Geralmente eles mesmo já tem a sua opinião formada. Mas divago.
O Eclipse é um interpretador (me corrijam se a palavra foi usada incorretamente) de código para pessoas que preferem uma interface mais leve e com poucos botões. Também serve para quem não gosta muito de ter códigos prontos e prefere ter a glória de dizer que programou no braço. Não que java seja algo absurdamente difícil, mas eu costumo dizer que é uma linguagem cheia de “manhas” e “jeitinhos” para lidar com ela. Linguagem direta ao ponto é C. Java me parece mais subjetiva, podendo ser facilmente adaptada ao gosto do programador se, claro, ele souber lidar com ela.
Há quem diga que o Eclipse é pesado. Eu digo que ele pode ser assim considerado, se comparado com aplicativos de menos versatilidade, como o JCreator. Agora, se o compararmos com aplicativos que tem na sua raiz mais funcionalidades agregadas, aí podemos dizer que ele é muito leve. Uma vez eu testei o carregamento do Eclipse e do Netbeans no meu MacBook, rodando Mac OSX Leopard. Não cheguei a cronometrar, mas levando em consideração a diferença de tempo entre o carregamento de um e outro, eu poderia dizer que dava pra ter carregado duas vezes o Eclipse enquanto o Netbeans carregava. No Windows, essa diferença chega a ser mais gritante ainda, pois nós sabemos que o gerenciamento de memória deste sistema operacional não é bem assim, uma “brastemp”.
O Eclipse possui plugins onde se pode agregar funcionalidades ao interpretador conforme a necessidade do programador. Mas originalmente, o software vem “pelado”. Isso por um lado é bom, pois evita que você baixe um monte de coisas que provavelmente você não irá usar. Por outro lado, dependo da funcionalidade que se precise, talvez seja uma busca árdua até encontrá-la.
O Netbeans é aquele tipo de aplicativo que você baixa quando está na condição de iniciante em Java. É todo intuitivo, cheio de botões e um deles eu considero mágico: “Design”. Ele permite que você não sofra editando telinhas swing no braço, adivinhando as coordenadas de cada botão e casando todas as coordenadas entre si. Se você é familiarizado com o Delphi ou alguma ferramenta parecida, certamente irá se sentir em casa. É arrastar, editar o nome do componente e dar dois cliques em cima para editar seu código.
O único grande porém de se usar o Netbeans é que, por ser um software mais completo, ele acaba sendo mais pesado também. Não somente o instalador dele (200Mb+), mas o aplicativo em si. Para carregar demora quase tanto quanto o Nero 9 ou o Autocad.
No final das contas, escolher um software vai depender muito de “pra quê” vai ser usado e “em quê máquina” ele irá rodar. Não tentem colocar São Paulo dentro do Vaticano que não vai dar certo. Aí, nesse contexto, surgem os xiitas “sou contra determinado software”. Você, no auge da sua curiosidade, pergunta o porque daquele comportamento, e o cara responde “Sim, tentei rodar no meu Celeron e só travava”. Esse tipo de comentário faz grandes engenheiros se revirarem nos seus caixões, de tanto desgosto pela humanidade.
Fonte :
http://playthecoin.wordpress.com/2009/06/25/um-comparativo-entre-eclipse-e-netbeans/
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
A união faz a força!!

Mesmo enfraquecido e quase no leito de morte,ninguem deixa o coitado do Delphi em paz.
Para uma grande parte dos programadores que "aprendem" olhando outros programarem,ferrou!!
Uma linguagem dedicada como Java,C# e outras que ainda tem algum futuro,são exigentes e só com muito carinho e privacidade voce domina a safada.
Diferente da piriguete Object Pascal da borland que com algumas olhadinhas já se entrega de mão beijada!!
A tecnologia da borland ,segundo a opnião de muitos programadores, está com os dias contados.
Coloco logo abaixo um print de uma conversa sobre o Delphi:
( Click Here )
Quem for esperto pega a visão do que acontece lá fora e saí na frente dos que estão aqui.
Porque estou tão certo que isso vá acontecer?É só consultar a desvalorização de um programador que trabalhe com Delphi num site de empregos ou consultar o RH de uma grande empresa...
Coloco até um exemplo!!Olha as vagas disponíveis na DBA,que é uma das maiores do país:
( click here )

Acho mu
ito mais fácil um auto-didata,com opassar do tempo perder a paciencia e desistir
de esperar chances reais aparecerem por aqui.
O apoio dado nas reuniões,acho eu, que seja
essencial para o desenvolvimento individual
na nossa amiga das sexta-feiras.
Não tenho tanta certeza se ainda estaria
estudando se não fossem as reuniões do
grupo.Todo mundo estudando junto se
torna um puto incentivo.
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quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Experiente programador Java e moderador do Guj,o maior forum da America Latina sobre Java
1.-Quanto tempo voce passou estudando para conseguir entrar no mercado de trabalho?
Pelo menos 3 anos.
2-O senhor tirou uma certificacao antes de comecar a trabalhar?Acha necessario?Tem ultilidade?
Não. Imprescindível? Nao. Interessante, sim. Tem sim, se você não tem experiência nenhuma é melhor que nada. Mas entre certificação e falar bem o inglês, é mais importante falar bem o inglês. E ter a certificação de uma faculdade.
3-O desemprego faz medo a um bom programador Java?
Não.
4-O senhor preferiria estar trabalhando com outra plataforma?Porque?
Já estou trabalhando. Mas não tenho preferência por plataforma específica.
5-Qual o diferencial de um bom programador,alem eh claro de amar logica de programacao?
Saber falar inglês, trabalhar em equipe, escrever casos de testes, entender requisitos, ter bom conhecimento em disciplinas fundamentais de computação (estuturas de dados, sistemas operacionais, etc), saber escrever bem e ser gente boa (pq trabalhar com gente chata, ninguém merece).
A conversa pode ser vista atravez do link:
http://www.guj.com.br/posts/list/220091.java
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
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3 - Mais aí meu salário não fica maior? Isso não é bom?
Além desse problema, temos o problema do custo. Em nosso país, um empresário já sofre com o alto custo para contratar. Se estes custos sobem muito, ele tem que repassar para o cliente. Se ele repassa, o cliente exige mais ou parte para outro fornecedor. A Índia está aí, cobrando barato. Resultado: nosso mercado hoje corre o risco de entrar em colapso.
Portanto, se alguém quer aprender Java, ajude. Isso é bom pra você também.
4 - Trabalhar CLT ou PJ?
Depende do seu perfil. Você é empreendedor? Sabe guardar dinheiro? É disciplinado? Vai trabalhar em casa? Você enxerga o cara para quem você trabalha como seu cliente? Gosta de assumir riscos?
Se respondeu sim à maioria das perguntas, pode trabalhar como PJ. Lembre-se que PJ é Pessoa Jurídica, ou seja, uma EMPRESA. Só trabalhe como PJ se você SE TRATA como empresa. Se é para ser empregado, é melhor CLT.
PJ é bom no fim do mês, mas a longo prazo, pode ser uma droga se você não se prepara para as adversidades da vida. Acidentes, doença, demissões... Tudo isso é resolvido melhor quando se trabalha CLT.
Lembrem-se que alguns empresários contratam como PJ apenas para pagar menos impostos. Mas mandam e desmandam como seus patrões. E na hora de mandar embora, pra ele, é muito mais fácil.
5 - Ser especialista em Java ou conhecer um pouco de cada?
Sem enrolação, OS DOIS! Sabe aquela história de que você só é capaz de aprender uma tecnologia? Se alguém insistir nisso com você, peça a Deus (ou a qualquer entidade que você adore) que ajude este pobre ser limitado.
Nossa mente é capaz de coisas maravilhosas. E uma delas é aprender muito. Bastante. Pra caralho mesmo!
Java pode ser sua porta de entrada para o mundo da programação, mas vocẽ não pode só ficar na sala de estar!
Primeiro, vai aprender Java. Depois enquanto estuda Java, você vai começar a estudar outras linguagens. Vai aprender novas técnicas; novos paradigmas. E o que é mais legal: quanto mais aprender coisas diferentes de Java, melhor desenvolvedor Java será.
Amigo, sinto muito, mas vai aprender Java da pior maneira possível: somente na prática. Imagine um garoto que sonha ser médico, mas não quer fazer medicina. Como acha que ele vai aprender?
Provavelmente ele irá se juntar a alguém muito experiente, observará bastante, passará horas e horas abrindo corpos, experimentando... E provavelmente cometerá todos os erros que já foram cometidos pelos médicos dos últimos 1000 anos. Quanta gente morrerá até que ele entenda que precisa de mais que apenas UM MESTRE?
Entretanto, ler apenas não é suficiente. Ninguém aprende a voar só no simulador. Portanto, pratique também. LER E PRATICAR; essa é a forma mais rápida de aprender qualquer coisa.
7 - Quanto eu preciso me dedicar para me chamar Especialista em java?
Assusta não; é isso mesmo. Segundo pesquisas que fizeram (não tenho referências, mas saiu em uma super interessante recente) é necessário 10.000 horas se aplicando em uma área para se tornar bom nessa área.
O que acha mais provável:
a) Cielo acordou um dia, aos 20 anos e disse: “Vou ser nadador!”. Fez o curso “ND 08: Formação Nadador Power” na Caelum* e três meses depois era um campeão da natação!
b) Cielo nada desde muito tempo. E nada. E nada. e nada. Treina todo santo dia. Se esforça o máximo que pode. E quando está cansado, nada pra descansar.
Pois é. Ser bom em algo, exige dedicação. E quanto mais se dedica, mais perto da sua meta chega.
Se dedicando 3 horas por dia, são quase 10 anos. E aí, quando quer atingir sua meta?
8 - Me fizeram uma proposta para ganhar o dobro do que eu ganho com Java, mas para fazer um trabalho que não gosto. Devo aceitar?
* A Caelum, citada neste arquivo, é considerada a melhor “escola de Java” do Brasil, com diversos cursos. Pena que ainda não tenham cursos online. http://www.caelum.com.br/




